sexta-feira, 5 de junho de 2009

sad day, happy day :)

em uma ebulição de sentimentos ela se encontrava ali, correndo de algo que não sabia bem o que era, o vento frio cortava o seu rosto e a chuva fraca se misturava com lagrimas, deixando sua vista cada vez mais embaçada. correndo entre lapides, ela concerteza estava mais morta do que qualquer um ali, qualquer alma que fosse estaria melhor do que ela. Quando não podia mais conter sentimentos quando eles se misturavam tanto que era dificil destinguir odio de amor, talvez não fosse necessario destinguir, talvez eles fossem um só mesmo. e ela não tinha mais forças para correr, parou ali, queria apenas sentar no chão e chorar até o amanhecer que ela sabia que certamente demoraria para chegar, se perguntou o porque de tudo aquilo, ela simplismente não sabia, não sabia como explicar suas ações e seus sentimentos nem pra si mesma. Com o coração amarrado a correntes, cada vez que ousava pulsar doia mais um pouco e se machucava mais um pouco. Mas ela sabia que o tempo viria e iria fazer tudo isso se amenizar, apesar de não curar ele iria tirar o que mais doi do centro das atenções. Se levantou do chão, pegou sua garrafa de vinho e se sentou sobre uma lapide negra, de alguem que preferia não olhar o nome, sempre teve pavor disso. Ao virar a garrafa pela primeira vez, sentiu o alcool lhe percorrer e esquentar seu corpo, no ultimo gole já estava se sentindo extremamente quente e bem. Amanheceu, hora de voltar pra casa, voltar para a rotina inutil novamente, voltar para as dores que a aguardavam, assim que o topor passasse.
Então ela aproveita suas drogas o maximo que pode para quem sabe assim, ser feliz, nem que seja dopada õ/

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