domingo, 7 de agosto de 2011

blues

Não me lembro quando escrevi esse texto, encontrei ele perdido aqui nas minhas coisas. De qualquer modo não deve fazer muito tempo.

Estou enlouquecendo. E não é no bom sentido. Estou ficando doente. Nunca nada me derrubou desse jeito, estou caída no meio do campo de batalha, sem forças para me levantar, um corpo inerte que perdeu a guerra e então sua cabeça é entregue ao inimigo em uma bandeja cravejada de diamantes.
Agora a insanidade me corteja todos os dias, com belas flores de ouro e um bilhete dizendo que um dia voltará para ficar.
Perdi minha fé, minha religião, minha razão e meus sentidos. Feliz é aquele que sabe abandonar, feliz é quem é frio.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Um dia eu volto, assim, sem mais nem menos.

Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco. É que de vez em quando dá uma saudade na gente dessas coisas. São todas coisas simples. Meio bobas, muito bonitas.

(Caio.)