sentada sob aquele feixe fraco de luzes das ruas, a noite era fria, triste e silenciosa. um silencio cortante que parte corações que agora jorram litros de sangue negro. aquelas pessoas estranhas rostos com os quais jamais se deparara em lugar algum, era surreal, era estranho. Tudo negro como um quarto fechado sem janelas para se respirar. A unica esperança era aquele pequeno feixe de luz, que se encontrava na parede de um beco sem saida, pareda na qual varias formas de expressões estavam escritas, uma delas que particularmente me chamou muito a anteção foi a seguinte frase '' Se o amor por ti foi tão eterno quanto palavras ditas por tu permanecera eterno onde quer que estejamos '' ; ao lado desenhos morbidos e negros. Era assustadoor o modo como eu permanecia serena, calma. eu sabia que de alguma forma hora que eu saisse dali me sentiria melhor, me sentiria mais leve por todas as lagrimas derramadas sobre uma poça d'agua suja.
Olhos curiosos as vezes passam por mim enquanto eu chorava as lagrimas daquele amor, aquele maldito amor . Quando finalmente já era dia, me lembrei que tinha que voltar para casa, para minha vida, para o meu inferno particular, uma manhã fria com a chuva caindo levemente. finalmente, cheguei em casa, aquelas casa com aparencia triste e normal, branca .. sem graça. ao abrir a porta me deparo com cartas e conta a pagar no chão, cartas, estranho, nunca recebera nenhuma carta na vida. Ao abrir e ler as lagrimas vieram à tona eu cheguei a pensar que sagrava por dentro gotas de sangue misturam-se com minhas lagrimas e deságuavam em meu olhar ;
dizia o simples cartão postal - com uma foto de um lugar que eu nunca vira antes - que sentes minha falta e que me ama ainda, muito.
Amor ... doce sentimento maldito eu amaldiçoei todos os seus dias eu chorei todas as madrugadas eu te amaldiçoei porque você fez isso a mim me tornou o que sou hoje, uma criatura não tão pura parte anjo parte demônio. E assim se passam, noites, dias, horas e eu ainda te espero eu ainda acredito em uma destino forte e implacavel.
'' Viver é viver, o amor é consequencia '' Lembranças de Maio - Gloria (8)
[/ fragmentos de um texto do qual eu adoro & uma boa parte eu que fiz ;D ]
:*
Olhos curiosos as vezes passam por mim enquanto eu chorava as lagrimas daquele amor, aquele maldito amor . Quando finalmente já era dia, me lembrei que tinha que voltar para casa, para minha vida, para o meu inferno particular, uma manhã fria com a chuva caindo levemente. finalmente, cheguei em casa, aquelas casa com aparencia triste e normal, branca .. sem graça. ao abrir a porta me deparo com cartas e conta a pagar no chão, cartas, estranho, nunca recebera nenhuma carta na vida. Ao abrir e ler as lagrimas vieram à tona eu cheguei a pensar que sagrava por dentro gotas de sangue misturam-se com minhas lagrimas e deságuavam em meu olhar ;
dizia o simples cartão postal - com uma foto de um lugar que eu nunca vira antes - que sentes minha falta e que me ama ainda, muito.
Amor ... doce sentimento maldito eu amaldiçoei todos os seus dias eu chorei todas as madrugadas eu te amaldiçoei porque você fez isso a mim me tornou o que sou hoje, uma criatura não tão pura parte anjo parte demônio. E assim se passam, noites, dias, horas e eu ainda te espero eu ainda acredito em uma destino forte e implacavel.
'' Viver é viver, o amor é consequencia '' Lembranças de Maio - Gloria (8)
[/ fragmentos de um texto do qual eu adoro & uma boa parte eu que fiz ;D ]
:*
Um comentário:
hei! adorei seus textos :) tô te 'seguindo', bjs :*
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