sexta-feira, 15 de junho de 2012

Enquanto isso, em um consultório qualquer...


- E então doutor, qual é o meu diagnóstico?
- É, rapaz, é um problema grave...
- Sério doutor? Muito grave? O que é?
- Temo lhe dizer, mas você está apaixonado de novo... 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

haha ;)


Saudade de alguém que ainda não conheço. Daquelas tardes de conversa regadas a vinho. Daqueles filmes que sempre viamos juntos enquanto eu estava sozinho. Muita saudade daquele cheiro que nunca senti, mas me recordo perfeitamente. Saudade. De alguém que nunca conheci.
CM (quero te pegar sóbrio)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

be strong, little girl.

"Eu não tinha nenhuma ideia da melancolia que um céu de fim de verão podia me inspirar, por mais azul que fosse. O silêncio é pesado demais quando a gente espera por alguém sabendo que não virá, não mesmo." Ilusões Pesadas - Sacha Sperling

Não é mais e jamais será novamente como era antes. Você mudou, eu mudei e nós nem percebemos isso. Nem percebemos que quando nós crescêssemos não iriamos mais dar certo, nem nos demos conta disso e fomos caminhando em direção à destruição evolução. É difícil encontrar palavras para falar quando não há mais nada a ser dito, é difícil me concentrar. Os dias agora passam, rápidos e lentos ao mesmo tempo. E eu? Eu penso em você a cada dia com menos frequência. Novas distrações surgiram, novos garotos, tudo isso talvez aplaque a dor, nem que seja temporariamente. Sinceramente, nós dois sabemos que não daria certo. Eu fui egoísta o suficiente para continuar e você, caprichoso o suficiente. Eu era apenas um capricho seu, eu sei. O tempo corre, o pensamento vai, o telefone nem toca mais. E você finalmente se tornou um estranho pra mim. Se antes eu sabia todos os detalhes da sua vida, agora não sei nem o que todo mundo sabe, eu não sei. Eu fujo. Fujo do teu nome, e da dor que ele impõe à mim. Lembranças são violentas, como facas de dois gumes. Doem. Acho que isso significa que ainda existe sentimento, porém tais facas me machucam cada dia menos. Só não sei se é porque me acostumei à dor ou porque elas não conseguem mais atravessar a minha armadura. Brava guerreira lutando contra o mundo. Forte mulher. Todas as manhãs levanto vou até o meu quintal e olho para o sol. Aquele silêncio da manhã, aquela paz. E deixo que o sol, bem fraco, me limpe. Penso em coisas boas, menos em você. E assim vou levando os dias, esperando telefonemas que não irão acontecer, esperando, esperando e esperando. Mas sigo com a vida. Mesma rotina, só que agora sem você. Sem ter pra quem contar sobre o meu dia, ou reclamar dos meus pais e amigos. Sem ter com quem sentar a noite, abrir uma cerveja, acender um cigarro e falar sobre estrelas ou sobre música. Meu melhor amigo era o meu amor.

 “A única coisa insuportável é que nada é insuportável.”

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Tô precisando de praia, sol e mar. De paz e tranquilidade. Tô precisando de um porre, de uma noite quente e um novo amor.

domingo, 7 de agosto de 2011

blues

Não me lembro quando escrevi esse texto, encontrei ele perdido aqui nas minhas coisas. De qualquer modo não deve fazer muito tempo.

Estou enlouquecendo. E não é no bom sentido. Estou ficando doente. Nunca nada me derrubou desse jeito, estou caída no meio do campo de batalha, sem forças para me levantar, um corpo inerte que perdeu a guerra e então sua cabeça é entregue ao inimigo em uma bandeja cravejada de diamantes.
Agora a insanidade me corteja todos os dias, com belas flores de ouro e um bilhete dizendo que um dia voltará para ficar.
Perdi minha fé, minha religião, minha razão e meus sentidos. Feliz é aquele que sabe abandonar, feliz é quem é frio.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Um dia eu volto, assim, sem mais nem menos.

Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco. É que de vez em quando dá uma saudade na gente dessas coisas. São todas coisas simples. Meio bobas, muito bonitas.

(Caio.)

terça-feira, 26 de abril de 2011

(eu te amo)


Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu.

Chico B.

sábado, 16 de abril de 2011

Ausência. Renovação.

Sumi um pouco daqui. Minha unica justificativa é que tantas coisas estavam acontecendo que simplesmente eram muitos textos aleatórios para postar. Muitas vezes escrevi, pensei em postar, mas desisti. Porém penso que esse texto é perfeito para o momento. Texto de minha autoria sobre esses tempos difíceis.

E passa. E você percebe que não dura para sempre. E você olha para o céu e percebe que existem coisas muito maiores. Que existe muito mais para se viver. Muito mais para se ver.
A vida continua, imponente. Contas a pagar. Livros a se ler. Tarefas diárias a se fazer.
E você vê que as pessoas mudam. Sem ao menos te avisar. Sentimentos mudam. A partir daí você percebe também que ninguém vai te fazer mais feliz do que você mesmo.
E por não saber o que vem depois dessa vida toda. Viva. Realize sonhos. Não se prenda a alguém que te atrasa. E se você realmente ama essa pessoa. Vai ficar feliz. Pois você conheceu o amor. E isso foi uma fase da sua vida. Aprenda a aceitar, que tudo se vai.
Não tente antecipar experiências. Tudo tem seu tempo certo. E se for para acontecer, vai acontecer. Não acredito em Destino, nem em força superior. Mas acredito que as coisas acontecem, porque têm que acontecer, de algum modo.
Sorria. Mas só se esse sorriso for verdadeiro. Diga que ama as pessoas. Mas apenas se as amar realmente.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Caio F. Abreu.

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te supreenderás pensando algo como "estou contente outra vez". Ou simplesmente "continuo", porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como "não resistirei" por outras mais mansas, como "sei que vai passar". Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.
Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de "uma ausência". E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.
Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.
Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás, no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para a casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.
Já não é tempo de desesperos. Refreias quase seguro as vontades impossíveis. Depois repetes, muitas vezes, como quem masca, ruminas uma frase escrita faz algum tempo. Qualquer coisa assim:
- ... mastiga a ameixa frouxa. Mastiga , mastiga, mastiga: inventa o gosto insípido na boca seca ..

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

is hard, is better.

De qualquer modo, eu não te tenho mais. Te ter, era a parte que mais me agradava e agora eu não tenho mais isso. É justamente por isso que amizade não me satisfaz tanto assim.
Descobri algo. Descobri que todos os dias as pessoas ao meu redor me obrigam a ficar feliz, sorrir, ser simpática, e ai o que eu tenho a fazer? É fingir. Venho fingindo todos esses dias, dói, mas já me acostumei. Esses dias de verão passam rápido, e eu sempre encho minha cabeça de coisas, escola, estudo, academia... Mas vai chegando ao final, a noite, as coisas vão começando a não conseguir me distrair mais. E ai é a hora que eu posso libertar todas as dores do dia. Um pouco a cada dia, até quando acabarem de vez, se acabarem. Tenho que seguir minha vida, é eu sei. Acho que ando com tendências depressivas.
Não há palavras que me confortem mais, mas existem sonhos que me iludem e dores que me matam um pouco mais e mais a cada hora. É degradante, desgastante. É triste o modo como gosto exageradamente de você, sorte a minha ter aprendido a acalmar isso. Só sei que não sei até quando isso vai durar, até onde pode me levar. Sei o que você pensa, confie em mim, isso poderia dar certo, não acha?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

for u.

Lá vem de novo, a tal dor. E lá vem de novo a tal revolta, o ódio que você sabe depois passa.
Coragem, é isso que eu preciso para enfrentar esse momento.
Vai ser impossível não lembrar.
Eu não sei o que estou escrevendo aqui, só preciso escrever. Preciso libertar essa Fera de dentro de mim antes que ela me machuque toda, antes que termine de tirar todos os meu órgãos vitais.
Alias, uma ótima metáfora essa não?
Continuando, de nada adianta a revolta, de nada adianta falar que eu não vou mais voltar atrás e sempre voltar depois. Entenda, tenho 16 anos, os sentimentos são como cavalos selvagens que quando soltos correm freneticamente, sem nenhuma direção e sem nada para freiá-los.
Sabe, a vida me espera. Me desculpe, mas ela realmente me espera, e eu tenho que ir. Tenho todo um mundo para conhecer ainda, as estradas são diversas e tem muita coisa lá na frente ainda, quem sabe algum dia nossos caminhos não se cruzem de novo e se for da vontade do Universo, se ele reger à nosso favor, quem sabe não podemos viver um grande amor, esse que seria para vivermos agora. Talvez nesse ‘agora’ já tenhamos vivido esse grande amor, mesmo que por algumas frações de segundo. Acho que nunca saberei.
Eu fui feliz ao teu lado, mesmo que esses 2 meses tenham sido pouco tempo, a felicidade foi plena. Sabe, era simples. Cada pequeno ato seu, já melhorava o meu dia, ou me fazia ir dormir feliz. E eu andava por ai, com aquele mega sorriso no rosto, espalhando para todos o meu amor, com orgulho de te ter ao meu lado. Orgulho, é isso, você me da um certo orgulho. Como eu já tinha te dito antes, eu te amei de uma forma simples e bonita. Me dediquei inteiramente, dediquei cada célula, cada fio de cabelo, falando assim pode parecer exagero [musica dos Engenheiros do Hawaii?]. Talvez você nunca me ame, e nunca veja o quanto eu queria isso. Era simples o que eu te pedia, amor.
Mas como eu disse antes, tanto eu como você temos que viver nossas vidas, porque a estrada é longa, e os dias difíceis virão, eles sempre vem. Mas tudo se torna um pouco mais fácil, porque você vai ter alguém do seu lado, sofrendo suas dores, o ajudando a passar por tudo isso, e mesmo que esse alguém não seja eu, vai estar tudo bem, e se for assim é porque o Destino realmente não queria que ficássemos juntos, era porque realmente não era pra ser.
Só não quero que passe por tudo sozinho, tenha sempre ao seu lado um Grande Amor, e cuide desse amor, como se cuidasse de você mesmo, conserve-o, cultive e o deixe forte. Para que tempestades não abalem as estruturas, como aconteceu no meu caso. No nosso caso, foi bem difícil segurar e resistir a tempestades, porque eu segurava tudo sozinha, o meu amor era a única estrutura e ele era tão forte que até hoje continua de pé, mesmo depois de tudo. A ‘’casa’’ continua lá, mas é inabitável, perigosa. E eu tenho que tomar muito cuidado daqui pra frente, algumas lembranças podem matar.
Apesar de tudo, eu espero daqui a alguns dias poder dizer igual àquele texto da Tati B. que diz mais ou menos assim: ‘’ amar dói tanto que já não dói mais, assim como toda dor insuportável produz anestesia própria ‘’ e quando eu perceber a dor será só uma lembrança, e a saudade será substituída por qualquer outro sentimento. Claro que você sempre terá o seu lugar comigo. Amigos. É possível? Já tentamos, vimos como é.
Você sabe que durante alguns longos meses, eu vou esperar você voltar, vou esperar que você me ame. E apesar do verão, sentirei frio. Esconderei esses desejos, sentimentos. Esconderei a fúria, a angustia, o pesar, a dor, o amor, o ódio. Segurarei o choro. Até que tudo passe. E depois que passar restará apenas as lembranças e o conformismo, ah, e claro um amor, empoeirado, desgastado mas que ainda tem a sua beleza.
Como disse Caio F. Abreu as demais recaídas serão apenas como soluços depois de beber muita água.
Deixo você ir, para ser livre e encontrar algo que realmente ame, não te peço para voltar, mesmo sendo isso o que eu mais queria, mas você tem que seguir as suas vontades.
Ao fim desse texto, minha força de vontade para afastar você vai sumindo, vai ficando fraca, mas vá, vai logo.
Olha, vou te contar, nessa nossa relação, foi a que eu mais aprendi. Aprendi a ter calma, muita calma, e controlar o meu gênio. Aprendi também a controlar o meu egoísmo. Mudei, amansei as feições, a ânsia de ter tudo na hora passou.
Não quero falar das coisas que vou sentir falta. Vou sentir falta de tudo, até das coisas pequenas, os mínimos detalhes, como aquele jeito que você me olhava, assim meio do nada. Nunca saberei o que você ficava pensando. Mas era um olhar que dizia algo bom.
Eu não estou bem e isso está estampado no meu rosto, cansado, triste. Agora, por muito tempo vou procurar saída na bebida, nos cigarros, em todo tipo de droga. Mas isso é normal não é?
A decepção foi grande, mas foi culpa minha, acho que comecei a fazer planos para nós desde a noite em que nos conhecemos.
Gosto de me lembrar de quando te vi da primeira vez, embriagada, feliz, no ápice da minha felicidade. Te olhei, trocamos algumas palavras rápidas e pronto. Eu te esqueci, você me esqueceu...
Acho que na faixa de uns 4 meses depois, te reencontro. Parece história de filme né?
Dói um pouco lembrar, mas valeu a pena. Posso tentar esconder mas não consigo, eu ainda espero que você me olhe um dia, e me ame. Que pena, isso é muito tolo.


Catch a fire em tudo o que lhe causa dor -

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

end.

“Eu era como uma lua perdida - meu planeta havia sido destruído em algum desastre cataclísmico, um cenário de filme desolador - que continuava, ainda assim, girando ao redor da órbita apertada do buraco vazio deixado pra trás, ignorando as leis da gravidade.”
New moon –

Tá doendo. Doendo tanto que é quase indiscritivel. Foi uma queda feia, todo os meus sonhos se quebraram e meus planos foram partidos em mil pedaços. E agora, eu estou perdida. Eu tinha criado ume mundo, um mundo ideal, em que eu era realmente feliz, assim, eu me esqueci do mundo real. Eu nunca deveria ter ido àquela festa. Eu nunca deveria me entregar. Agora que não existe mais nenhum um tipo de esperança para alimentar a dor é maior. Um buraco imenso se formou no meu peito, latejando mais e mais a cada hora. Quando eu te encontrei uma ferida enorme de fechou, mas agora, uma 5 vezes maior se abriu. Não vejo a hora do dia amanhecer, pra colocar a minha mascara e dizer tudo bem quando me perguntarem como estou. Será que essa dor um dia passa? Será que eu um dia esqueço? Eu cansei as pessoas sempre me decepcionam e eu sempre amo demais. O amor, a o amor, lindo e puro, essa é a mentira mais deslavada que nos fazem acreditar, é a mesma coisa sobre Coelhinho da Páscoa e Papai Noel...
Eu não estou bem. Nem um pouco. Essa porra de dor não me deixa, eu não sei o que eu queria, queria ilusão? Mas que merda, eu não me entendo. Porem acho que a ilusão seria bem melhor, mil vezes melhor. Porque aos poucos eu iria perdendo a fé...
Mas desse modo foi golpe baixo, a verdade contada assim, como um tapa na cara... Me senti tão traída, enganada. E sou obrigada a te esquecer o mais rápido possível e isso dói pra caralho. Agora o que me aguardam? Dias trancada em casa e depois: Drogas e álcool. Álcool e drogas. Porque eu não me importo mais, é só isso. Por outro lado, eu tenho medo, de não conseguir te esquecer, tenho medo da dor. A dor é o que mais me faz não ter vontade de acordar amanha. Eu vou me esforçar, vou tentar não pensar em você, nem imaginar vocês dois juntos. Mas isso não é lá uma coisa que eu posso controlar. Cansei de acreditar que um dia vou achar alguém e ser feliz, já vi que não me encaixo bem nessa historia. Talvez as forças superiores que regem todo esse universo não queriam. Talvez. Obrigado por tudo, foi um bom tempo e você me fez feliz. =)

Catch a fire em tudo que lhe causa dor.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Thanks for acting like you care :)

É difícil admitir que acabou, assim como é difícil admitir que eu realmente estava apaixonada por você. É difícil aceitar que você não sentia o mesmo. O triste da história toda é descobrir a farsa por trás das mascaras. Machucou, profundamente, não vou negar isso e eu ainda vou chorar muitas e muitas noites, mas uma hora passa, uma hora os olhos cansam de chorar, a mente esquece de pensar em você e o corpo consegue se aquecer sozinho. Não será difícil para você como será para mim, você gostou muito menos do que eu, você não se apaixonou.
Só te falo mais uma vez, que toda essa sua liberdade uma hora vai te cansar, sinto muito se eu não consegui te acalmar, te fazer ficar ao meu lado, eu juro que tentei, dei o meu melhor -- Enfim falando em liberdade lembrei-me de uma frase que dizia algo mais ou menos assim: ‘’liberdade demais sufoca’’ pois é eu já provei isso sei como é.
Há algum tempo eu já tinha desistido, e também tinha prometido para mim mesma que não ia gostar de ninguém tão cedo, mas é como eu te disse: esse tipo de coisa não se controla. Você poderia muito bem se apaixonar por mim, me amar, sei lá, você só não o fez porque simplesmente não quis.
Não quero criar mais nenhum tipo de esperanças, e muito menos falar que um dia estaremos juntos, deixo isso por conta do tempo e do destino. Se for pra ser, será ;)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

(sem titulo)

A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. As vezes esse alguém aparece, outras vezes, não.
/FATO (?)

o inferno são os outros.

E agora, apenas bons amigos, procuro em quem por a culpa. Não em mim, não em você mas sim NELES, os outras pessoas, o mundo. Ou talvez os culpados sejamos nós mesmos.
Você quer liberdade, pois bem, tenha. Não posso te prender, não há o que falar, é uma escolha sua você quis assim, então assim será. Eu cansei de lutar em vão, lutar, lutar e lutar pra uma hora ou outra você me dizer que não quer mais e eu não poder fazer nada novamente? É meio desanimador, não?
A vida é desanimadora, o amor me desaponta cada dia mais. Como diria o poeta : procuramos no amor uma pureza impossível.
Os dias vão passar, a dor também um dia. Eu vou te ver na rua, dar oi um beijo na bochecha e fim! Como velhos e bons amigos, que se conhecem tão bem intimamente mas preferem deixar isso oculto, deixar isso como segredos de travesseiro, é, daqueles que você só pensa quando se deita e adormece.
Mas olha, e os planos? Casamento, viagens. Vão todos para uma gaveta, ficaram lá por um bom tempo, até você voltar e dizer que está pronto ou até eu os compartilhar com outra pessoa.
Fique tranqüilo, você me conhece sabe que eu vou esperar, sabe que eu não conseguirei viver por muito tempo sem o seu estresse, o seu ciúmes talvez seja isso, essa segurança toda que você tem sobre meus sentimentos que te afasta de mim. Você tem tempo para ficar para um café talvez? Calma, eu só quero conversar.
O tempo como amigo talvez seja bom, talvez assim eu te conheça como não conheci sendo... Bom, sendo alguma coisa sua. E depois de te conhecer bem e mostrar que o certo pra você está aqui, você me dará um beijo, um abraço e irá cantar uma canção daquelas que fazem meu coração parar.
Não sei bem porque dessa vez está sendo assim, foram tantos garotos e eu sem me apaixonar. Talvez tenha sido porque foi inusitado, algo que eu REALMENTE não esperava, não imaginava. Mas ficamos tão perfeitos juntos, que me faz pensar como não aconteceu antes.
Hoje, ao telefone com uma velha amiga, falando da minha situação, chorei, e ela simplesmente me disse: o que começa rápido acaba rápido. E eu já devia saber a muito tempo que isso é a mais pura realidade.
Amor a primeira vista? Não, amor a terceira vista. É engraçado isso, eu nos imaginava contando essa historia para os nossos filhos, depois para os netos... E depois de tantos anos seriamos o mesmo casal, rockeiro, HAHAHA.
Não queria essa esperança em mim, queria desesperadamente arrancá-la e jogar no abismo mais próximo, porem não é possível. Ela permanece aqui, insistente.
Mas se eu tiver uma segunda chance, prometo, que dessa vez eu vou ser um bom par.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Depois com o tempo descobri que o problema era o café.
Porque café não tem nada a ver com o amor.
Café desce rasgando e te deixa ligado.
Amor não.
Amor é tipo leite.
Tem prazo de validade curto e azeda muito rápido.
E longa vida tem conservante.
Uma mentira embalada.
Só parece seguro porque está numa caixinha.
Depois abre igual a qualquer outro.
Amor é tipo isso, derivado de leite com embalagem bonita na geladeira do mercado.
Você quer muito, as vezes fica doente de vontade, mas depois que bebe vê que nem foi tudo aquilo.
E sem as embalagens, no fundo, danone, queijo, manteiga... é tudo a mesma merda.
Fica lá em você boiando até sumir.
Teu corpo absorve o bom.
E o ruim vai embora.

Nenê Altro

sábado, 14 de agosto de 2010

Eu sou um estilete sem cabo.
Quer pegar, pega.
Só que não entro nem saio da vida de ninguém sem deixar marcas.
Marcas boas ou ruins.
Mas marcas.
Lâmina cada dia mais afiada.
Quer segurança?
Vai brincar com cotonete.
Eu não nasci pra isso.
Eu curto pulso, sangue, intensidade."

Nenê Altro.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

' nem desistir nem tentar, agora tanto faz '
dependente demais para desistir, esgotada demais para tentar, fraca demais pra dizer tanto faz.
Dias cansativos, difíceis. Eu só queria saber o que fazer, no fim do túnel não há mais luz.

Você ainda se lembra, de quando tudo era luz e amor? se lembra daquele nossa musica favorita? hoje em dia eu não suporto ouvi-la, doí tanto.
Egoísta demais para te dizer, vá e seja feliz.

domingo, 27 de junho de 2010

always, you know!

Aquela conversa me destruiu, eu te pedi palavras para acalmar, mas no fundo eu sei, que tais palavras têm que ser muito boas para tentar me fazer esquecer. E eu vou ficar noites e noites procurando uma mentira para tampar esse buraco, qualquer coisa serve eu quero só esconder! Meu amor, posso te chamar assim? Me chame de meu amor também, é pedir demais? E um eu te amo? É falso demais para você falar pra mim? Mas me deixa então, com o meu muro, o meu mundo com você que não existe, me deixa. Ou melhor, não, não me deixe! Deixa só eu sonhar, não tire isso de mim é só o que me resta. A capacidade de se iludir pode ser uma importante ferramenta de sobrevivência. ♥

sexta-feira, 25 de junho de 2010

eram como a melodia distante de uma balada num bar vazio, triste, porém agrádavel.

Stephen King - O ilumindo.